ATUALIZAÇÕES NO RECONHECIMENTO, ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO E CONDUTA IMEDIATA NAS CRISES HIPERTENSIVAS GRAVES

Autores

  • Erika Petralha Nogueira Universidade Estácio de Sá (UNESA), Campus Vista Carioca, RJ Autor
  • Josimá Lima Oliveira Centro Universitário Vale do Cricaré (UNIVC Autor
  • Guilherme Silva Augusto Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) Autor
  • José Tadeu Aranha Nunes Centro Universitário Integrado Autor
  • Davson José Bergamaschi Souza Costa Hospital Regional São Paulo (HRSP), Xanxerê, SC Autor
  • Aurélio Goulart Rodovalho Una Autor
  • Adriano de Souza Gomes Centro Universitário do Norte (UNINORTE) Autor
  • Marília Santos de Moraes UNINOVAFAPI Autor
  • Lucas Andrade Menezes União das Faculdades dos Grandes Lagos (UNILAGO) Autor

DOI:

https://doi.org/10.71248/abs1de52

Palavras-chave:

Emergências, Hipertensão, Medição de Risco, Serviço Hospitalar de Emergência, Tratamento de Emergência

Resumo

As crises hipertensivas são causa frequente de atendimento em serviços de urgência, e sua abordagem depende da distinção entre situações com e sem lesão aguda de órgãos-alvo. Este estudo teve como objetivo analisar as atualizações científicas sobre o reconhecimento clínico, a estratificação de risco e as condutas imediatas nas crises hipertensivas graves. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, com busca na MEDLINE via PubMed, na LILACS e na SciELO, priorizando documentos de posicionamento, diretrizes e estudos clínicos e epidemiológicos. Foram analisados oito estudos principais. As evidências indicam que a presença de lesão aguda de órgãos-alvo, e não o valor pressórico isolado, define a emergência hipertensiva, cuja conduta varia conforme o órgão acometido quanto ao fármaco, à meta e à velocidade de redução da pressão. Os estudos epidemiológicos mostraram que a emergência é menos frequente que a urgência, que a pseudocrise é comum e frequentemente tratada de forma inadequada e que o encaminhamento hospitalar de pacientes assintomáticos não melhorou desfechos. Conclui-se que a avaliação sistematizada de lesões de órgãos-alvo é o eixo central do manejo, devendo orientar o uso de terapia intravenosa na emergência e evitar intervenções desnecessárias nas demais situações.

Biografia do Autor

  • Erika Petralha Nogueira, Universidade Estácio de Sá (UNESA), Campus Vista Carioca, RJ

    Graduanda em Medicina

  • Josimá Lima Oliveira, Centro Universitário Vale do Cricaré (UNIVC

    Mestre em Ciência

  • Guilherme Silva Augusto, Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)

    Médico Infectologista e Pediatra

  • José Tadeu Aranha Nunes, Centro Universitário Integrado

    Graduando em Medicina

  • Davson José Bergamaschi Souza Costa, Hospital Regional São Paulo (HRSP), Xanxerê, SC

    Cirurgião Cardiovascular

  • Aurélio Goulart Rodovalho, Una

    Mestre em Biomedicina

  • Adriano de Souza Gomes, Centro Universitário do Norte (UNINORTE)

    Graduado em Enfermagem

  • Marília Santos de Moraes, UNINOVAFAPI

    Pós-Graduada em Medicina

  • Lucas Andrade Menezes, União das Faculdades dos Grandes Lagos (UNILAGO)

    Graduando em Medicina

Referências

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Publicado

05.10.2026

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

ATUALIZAÇÕES NO RECONHECIMENTO, ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO E CONDUTA IMEDIATA NAS CRISES HIPERTENSIVAS GRAVES. (2026). Cognitus Interdisciplinary Journal, 3(2). https://doi.org/10.71248/abs1de52

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